Programa Euroforte - Saiba mais

  

180 TCH em solo cerrado com 1,5 L de Eurobooster/ha

 

 

A ideia original da nutrição de plantas sob a forma de programa foi consolidada no início dos anos 70, publicada em 24/6/72 no Caderno Agrícola do Estado de São Paulo, como Programa Integrado para Nutrição do Cafeeiro. A cafeicultura vivenciava o desafio da doença fúngica Ferrugem do Cafeeiro, com isso as pulverizações com fitossanitários eram indispensáveis e viravam rotina no manejo da cafeicultura.  A proposta pretendia harmonizar essas pulverizações com as épocas de maiores respostas econômicas à nutrição foliar, denominadas “janelas fisiológicas” por Flávio Pompei. No entanto, resultados de pesquisas e demonstrações em lavouras comerciais salientaram o conflito de filosofias técnicas daquela época. A proposta das janelas fisiológicas, cientificamente definidas, colidia com os fundamentos das recomendações oficiais para a cafeicultura. Na verdade, ficou caracterizado um “Conflito de Paradigmas”, porque o cafeeiro, fisiologicamente, demanda muito mais micronutrientes durante a entressafra, quando define a nova safra, enquanto que as recomendações oficiais, institucionais e práticas, determinavam pulverizações durante a safra, significando depois das florações e durante o “período das águas”, nunca no outono-inverno, quando são mais eficazes.

 

A partir de 1973, como Responsável Técnico da Fertiplan SA, Pompei idealizou o primeiro fertilizante foliar brasileiro com todos os micronutrientes juntos, o Nutriplan. Também propôs uma nova filosofia para o manejo dos micronutrientes na cafeicultura através da nutrição foliar, o Programa de Nutrição Foliar do Cafeeiro. Dessa forma, persistiu o conflito de paradigmas entre a proposta de Pompei e as recomendações oficiais, periodicamente publicadas pelo antigo IBC (Instituto Brasileiro de Café).

 

No fim dos anos 70, Pompei colaborou na idealização da linha de fertilizantes foliares da antiga empresa COPAS S/A e, como Responsável Técnico da Produquímica, idealizou as linhas Profol e MIB dessa empresa no início dos anos 80. A partir de 1985 foi  Diretor e Responsável Técnico da Uby Agroquímica S/A. Nos anos desenvolveu os aditivos Polihexose, usados na pesquisa do Engenheiro Agrônomo Antonio Wander com o Técnico Agrícola Salgado, ambos do antigo Instituto Brasileiro do Café e hoje funcionários aposentados do MAPA, publicado às páginas 42 e seguintes nos anais do 9º Congresso de Pesquisas Cafeeiras em São Lourenço, MG em 1981.

 

A partir de 1998, Pompei fundou a Euroforte e consolidou sua filosofia para o manejo de micronutrientes pelo Programa Euroforte. A CICLOHEPTOSE foi registrada e teve patente depositada como conjunto de aditivos de desempenho que aumenta a intensidade da absorção foliar. Formulações revolucionárias foram submetidas às pesquisas do autor e, posteriormente, às oficiais e apresentadas em demonstrações de campo de várias usinas de açúcar e etanol. Provas rigorosas em quase todos estados da federação, nos mais diferentes tipos de cultivos e solos, confirmaram a eficácia da tese do autor: Teoria dos Desequilíbrios Controlados. Essa teoria foi validada em provas científicas, técnicas e práticas, desde 1985. Resultados contundentes e de boa qualidade estatística persistem fortalecendo essa filosofia de nutrição foliar proposta por Pompei.

 

Para cada tipo de cultivo existe um Programa Euroforte mais adequado, que maximiza o aumento da produtividade e qualidade da safra. É com esse histórico de “lutas tecnológicas” que o autor defende que o Brasil já detém tecnologia pronta e provada para aumentar rapidamente a produção agrícola nacional em pelo menos 20%, diminuindo a pressão por mais áreas para agricultura. No entanto, foi com o advento do BVI (Baixo Volume Integral), a partir de 2008, que viabilizou a prática da nutrição foliar em cultivos extensivos.

 

Durante 2011 foram mais de 45 mil ha de cana-de-açúcar, dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, pulverizados pelo BVI-Cana no contexto do Programa Euroforte. Nos principais grupos sucroalcooleiros os resultados agronômicos foram excepcionais (média de +14,3 TCH e +2,8 TPolh) que surpreenderam aos técnicos e administradores. Durante 2012 foram mais de 80 mil ha de cana-de-açúcar tratados com o BVI.

 

Na região mineira de Janaúba, durante 2011, foram tratados mais de três mil ha da bananicultura, com resultados na produtividade da mesma grandeza dos obtidos na cana-de-açúcar e, além disso, melhorou a qualidade da “casca” da banana e da sua “massa”. A evolução da sanidade das plantas diminuiu a demanda habitual por fitossanitários e duplicou a rentabilidade líquida da produção.

 

A nutrição foliar pelo Programa Euroforte, executado com BVI, induziu inovações na gestão da Euroforte e que mudaram a estratégia e logística da empresa, favorecendo a reengenharia interna e conduziram-na à opção pelo mercado da cana-de-açúcar e banana. Como esses cultivos estão concentrados em grandes empresas e em regiões bem definidas, o atendimento inovador de setup durante 2011, pela força de vendas da empresa, formatou um “Jeito Euroforte” de prestar suporte ao cliente. 

 

A reprodutibilidade excepcional, em grande harmonia com os resultados obtidos nas pesquisas, confirma o BVI como a solução tecnológica mais sensata para nutrição foliar com micronutrientes e o Programa Euroforte como a melhor técnica de gestão dessa nutrição. Não há dúvidas de que está pronta a nova “ferramenta tecnológica” para o manejo rentável dos micronutrientes na agricultura. Na bananicultura e cana-de-açúcar o Programa Euroforte pelo BVI tem mais do que duplicado a rentabilidade líquida da produção, com saudáveis reflexos econômicos, sociais e ambientais.

 

 

Programa Euroforte com duas pulverizações:

 

 

 

 

Programa Euroforte com uma pulverização: 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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